Email Marketing

15/03/2010

E-commerce: Montei o meu, e agora? Parte III

E-commerce Nos posts anteriores, o E-commerce: Montei o meu, e agora? Parte I e o E-commerce: Montei o meu, e agora? Parte II falamos sobre cuidados, visões e práticas que temos ter com um e-commerce, quando decidimos montar um ou desenvolver para um cliente.

Até agora já vimos como o trabalho do desenvolvedor é necessário mesmo depois de que o design e o sistema do e-commerce foram entregues. Além de vermos que ele é realmente necessário durante toda a existência do e-commerce, também vimos alguns pontos que devem ser analisados e, na medida do possível, feitos. Por fim, vimos a visão que temos que ter sobre o e-commerce e que todos os cuidados que temos com uma loja física devemos ter com a loja virtual.

Hoje continuaremos abordando tópicos ainda um pouco mais voltados para o cliente que quer um e-commerce para sua empresa do que para um desenvolvedor. E o assunto de hoje será delicado: preços da loja virtual.

3) Preços: abaixá-los, mantê-los ou aumentá-los?

Esse, como eu havia dito, é um assunto delicado de se tratar. A maior parte do que eu falarei a respeito desse assunto será uma questão de lógica, não será segredo para ninguém, porém constantemente vemos que, apesar de ser lógica, essa idéia é esquecida tanto por empresas quanto por desenvolvedores que auxiliam as mesmas.

3.3) Como abaixar meus preços?

Bom, a parte lógica da coisa começa aqui. Não é preciso falar para nenhum empresário, lojista ou comerciante que, se falando de gastos e preços, tudo deve ser posto no papel. Então partindo do pressuposto de que todos sabem o quanto montar uma sede física requer de dinheiro, tanto para sua fundação quanto para sua sustentação, vamos estabelecer alguns paralelos:

  • Uma loja física exige um número maior de funcionários do que uma loja virtual;
  • Uma loja física depende de um local físico e estável. Não pode haver problemas com o prédio em que a sede física de uma empresa se localiza, caso contrário as vendas podem parar durante um tempo, como em casos de incêndio, por exemplo.

Visando apenas esses dois pontos, podemos ver que uma loja virtual exige um pouco menos de recursos do que uma loja física. É aí que entra a parte lógica: se um e-commerce exige um pouco menos de recursos para sua manutenção, significa que eu posso descontar um pouco no preço do produto.

Sim, essa é uma visão lógica, porém nem todos à tem. E isso acontece por um simples motivo: diversas empresas e lojas não encaram o e-commerce como uma filial de sua empresa ou loja em relação aos cuidados que devem ser tomados nem à manutenção que deve ser dada. Porém, eles encaram o e-commerce como uma filial da empresa em relação aos lucros. Eles querem que o e-commerce produza o mesmo, ou até mais, lucro que a loja física.

O e-commerce tem o potencial de produzir lucros tão significativos quanto ao de uma loja física, porém ele é um meio diferente, o público alvo é diferente, a concorrência é diferente, a cultura de compra é diferente, assim como vários outros aspectos. Por isso, comerciantes, lojistas e empresas em geral devem ter isso em mente, e buscar auxílio, quando possível, de empresas especializadas para traçar o perfil do usuário que comprará produtos em sua loja virtual.

Isso é importante, pois do mesmo jeito que estratégias são feitas e atitudes são tomadas para aumentar as vendas de uma loja ou empresa em sua sede físicas, isso também deve ser feito no e-commerce.

Na internet sua concorrência será muito maior do que no mundo físico, por isso, suas atitudes e estratégias devem ser melhores e constantes. E não há nada que atraia mais o consumidor, de modo geral, do que preço.

Por isso, quanto mais conseguir diminuir seus preços em seu e-commerce, maior serão suas vendas, maior será o nome de sua loja física na internet, e como consequência, caso você possua, sua loja física usufruirá também da reputação de seu e-commerce.

Vimos a parte lógica que é a de que já que seus gastos em um e-commerce serão menores do que o de uma loja virtual, você tem condição de oferecer um preço na loja virtual melhor do que o da loja física. Além disso podemos destacar outros pontos que podem ser importantes para conseguir um melhor preço para seu e-commerce:

  • Destribuidores: Buscar por novos distribuidores e fortalecer o relacionamento com os antigos é algo que nunca deve deixar de ser feito. E lembrem-se: se vocês podem diminuir o preço em uma loja virtual, seu distribuidor também pode. Quando não encontrarem algum distribuidor que possui essa prática, indiquem essa solução para ele, assim os dois podem ser beneficiados;
  • Treinamento de funcionários: Em um primeiro momento, atualizações e manutenções devem passar pela mão de um desenvolvedor. Porém, treinar funcionários para que possam ir aprendendo essas funções sairá mais barato do que manter um especialista em função desse serviço. Claro que haverão várias momentos em que um desenvolvedor será necessário, como para criar e-mail marketing, atualizar algo no sistema, fazer melhorias no design. Porém, atualizações corriqueiras e manutenção de informações podem facilmente serem feitas por um funcionário treinado.
  • Computadores bons: Por mais estranho (ou lógico) que isso pareça, ter um computador bom para que seus funcionários administrem o e-commerce é algo extremamente importante e que pode lhe poupar dinheiro a longo prazo. Um computador não tão bom tende a apresentar defeitos que lhe custarão caro para serem resolvidos, além de diminuir a produtividade dos seus funcionários. Com um bom computador, os defeitos serão menores e menos constantes e a produtividade aumentará.

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Esta foi mais um parte do nosso artigo sobre e-commerce. O detalhe a ser visto nessa parte do artigo é o seguinte: ele foi feito de modo geral, não especificando o porte da empresa. Logo, é claro que algumas empresas podem por as dicas em práticas mais facilmente do que outras. Porém, aqui entra a criatividade. Adapte as dicas à sua empresa, modelando ela da melhor maneira para conseguir realmente conter custos e usar isto em benefício do seu cliente e, por consequência, em benefício de suas próprias vendas.

Autor: Léo - Comunicaweb